Quem somos

Somos uma organização sem fins lucrativos, fundada em 2017, com o propósito de apoiar o enfrentamento de problemas complexos por meio da atuação sistêmica no mundo.

Vemos o mundo atual como permeado de fenômenos e desafios complexos e acreditamos que não somos capazes de enfrentá-los com a efetividade necessária sem uma visão e abordagem sistêmica da realidade.

Um mundo que seja econômico, ambiental e socialmente mais justo, equitativo e sustentável requer que um número cada vez maior de líderes e gestores seja capaz de decifrar a complexidade da realidade, modelar sistemas complexos e desenvolver estratégias com real potencial de impacto em nível sistêmico.

Não dispomos de competências inatas, nem de educação formal em escala para realizar os passos acima, mas podemos e precisamos urgentemente aprendê-las.

Desenvolvemos uma Metodologia de Impacto Sistêmico acessível, que combina o aprimoramento de competências para a formação de pensadores sistêmicos com a intervenção em sistemas complexos.

Valores

Nossa missão é alcançar a equidade com uso ético da tecnologia

Solução de problemas complexos com foco na humanidade

Equidade e inclusão como padrão em nossas atividades e projetos

Compreensão da complexidade para atingir impacto sistêmico positivo

Respeito à diversidade de opiniões e visões de mundo.

Princípios éticos como base de propostas de mudança sistêmica.

Equipe

Ariel Kogan

É codiretor do Instituto Tecnologia e Equidade (IT&E). Engenheiro industrial pela Universidad Nacional de Cuyo (Argentina) e ENISE (França). Foi diretor-executivo da Open Knowledge Brasil. Membro do Conselho Consultivo das iniciativas: Rede Nossa São Paulo, ICLEI Brasil, Gênero e Número e Muove Brasil.

Márcio Vasconcelos

Mestre em Administração de Empresas. Presidente e cofundador do Instituto Tecnologia e Equidade (IT&E), especialista, instrutor e consultor em Pensamento Sistêmico, autor da Metodologia IT&E de Impacto Sistêmico. Membro da Systems Dynamics Society, coautor das publicações “Desinformação em Eleições: desequilíbrios acelerados pela tecnologia” e White Paper “Recomendações Sistêmicas para Combater a Desinformação nas Eleições do Brasil”. Trabalhou 10 anos para Fundações Internacionais, tendo selecionado e acompanhado mais de 50 projetos de tecnologias com fins cívicos. Na Fundación Avina criou e gerenciou a área de Tecnologia para Mudança Social.

Thiago Rondon

Empreendedor que atua para reconstruir negócios e a sociedade com o uso positivo da tecnologia. Atualmente é Coordenador Digital de Combate à Desinformação do TSE; codiretor do Instituto Tecnologia e Equidade (IT&E); diretor executivo no AppCívico, que atua com tecnologias cívicas junto de políticos, empresas, governos e sociedade civil. Escreve semanalmente na coluna “Multidões” na Época Negócios sobre “tecnologia, organismos e poder”. Entusiasta e colaborador de projetos de software livre e o movimento de dados abertos governamental.

Ellen Aquino

Ellen Aquino possui formação em áreas da Ciência da Computação Aplicada. Mestra em Ciência, Tecnologia e Sociedade pela UFSCAR. É bacharel em Tecnologias da informação e comunicação pela UFSC. Com formação complementar em Engenharia Telemática pela UAH (Espanha). Também, pesquisadora associada do Instituto de Tecnologia e Equidade- IT&E. Além da pesquisa, trabalha desde 2013 como profissional na área da Engenharia de Software. Tendo participado de projetos em startups no Brasil e na Califórnia (Nasa Research Park). Em sua trajetória, dedica-se às temáticas de algoritmos, tecnologias interativas, bots, design e qualidade de software, movimentos sociais e gênero.

Elza Maria Albuquerque

Elza Maria Albuquerque é jornalista graduada pela PUC-Rio com especialização Master em Jornalismo Digital e em Gestão de Empresas de Comunicação, ambos pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), em parceria com a Universidade de Navarra, da Espanha. Trabalha com comunicação para organizações e causas há mais de 15 anos. Atua na área de acessibilidade digital desde 2010, com gestão, consultoria e planejamento de projetos de comunicação; articulação em rede, produção de conteúdos acessíveis para redes sociais, sites e materiais institucionais. Em 2019, criou a Maria Inclusiva, empresa de comunicação que busca colaborar para um mundo mais verdadeiro, justo, inclusivo, transparente e próspero.